Organização com contexto
Explorar como atenção, planejamento e energia se relacionam com as demandas reais, buscando apoios que possam ser testados e revistos.
Psicoterapia para a vida adulta
Um cuidado psicológico que considera a singularidade de cada pessoa. Escuta e construção de estratégias para adultos com TDAH, autismo ou questões relacionadas à neurodivergência.
Mariana Miranda de Almeida · Psicóloga · CRP 12/22531
Trabalho, relações, descanso e autocuidado podem trazer demandas muito diferentes. A psicoterapia parte do que faz sentido para cada pessoa, sem exigir uma forma única de viver ou de se comunicar.
Explorar como atenção, planejamento e energia se relacionam com as demandas reais, buscando apoios que possam ser testados e revistos.
Dar lugar às necessidades, aos acordos possíveis e às diferentes experiências de convivência, sem padronizar a expressão de cada pessoa.
Conversar sobre experiências, expectativas e escolhas. Um diagnóstico, quando existe, integra essa história; não a resume.
O plano terapêutico é construído em conjunto. Pode integrar recursos da Terapia Cognitivo-Comportamental e da Terapia de Aceitação e Compromisso, conforme a demanda, a avaliação profissional e os objetivos combinados.
A Terapia Cognitivo-Comportamental considera as relações entre pensamentos, emoções, comportamentos e situações do cotidiano.
A Terapia de Aceitação e Compromisso trabalha a relação com experiências internas e as ações orientadas por valores pessoais.
As estratégias não têm como objetivo apagar traços autistas ou impor um padrão de funcionamento. Objetivos e recursos são discutidos individualmente; não há promessa de resultado ou prazo universal.
Mariana Miranda de Almeida
Psicóloga · CRP 12/22531
Quem somos
O Instituto Neurodivergente apresenta o trabalho de Mariana Miranda de Almeida, psicóloga registrada no CRP 12/22531. A proposta é oferecer um espaço de conversa e elaboração para questões da vida adulta, com atenção às experiências de neurodivergência.
No início do processo, são discutidos a demanda, os objetivos, as condições do atendimento e os limites do trabalho. A participação da pessoa atendida faz parte da construção e da revisão do plano terapêutico.
Saber como iniciar uma conversaPerguntas frequentes
Não é necessário chegar com um diagnóstico para conversar sobre uma demanda. A psicóloga avalia com você a pertinência do atendimento e, quando necessário, orienta outros encaminhamentos. O site e seus conteúdos não fazem triagem diagnóstica.
São processos com objetivos e procedimentos que podem ser diferentes. Um pedido de avaliação ou investigação diagnóstica deve ser discutido diretamente com a profissional; não se presume que esse serviço esteja incluído na psicoterapia.
A partir da escuta da demanda e da avaliação profissional, os objetivos são combinados e podem ser revistos ao longo do acompanhamento. Não há um resultado ou tempo de tratamento igual para todas as pessoas.
Consulte no primeiro contato as modalidades, os horários e as condições atualmente disponíveis. O endereço profissional está no rodapé. A modalidade apropriada depende da avaliação da profissional e da situação apresentada.
Não. O canal inicial serve para informações administrativas. Evite enviar diagnóstico, laudos, documentos ou relatos íntimos antes de receber orientações sobre o atendimento.
Não. Esta versão não tem formulários, testes ou área de pacientes. O contato ocorre fora do site, depois de uma escolha voluntária na página de contato.
Um próximo passo possível
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